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PP e PTB fora do chapão?

terça-feira, março 23rd, 2010

Circula nos meios políticos de Alagoas, fortes indícios de possível rompimento do PP e do PTB com o chapão que, apóia a candidatura do ex-governador Ronaldo Lessa (PDT) ao Governo de Alagoas. O PP do deputado federal Benedito de Lira, mantém entendimento com o governador Teotônio Vilela Filho (PSDB) candidato a reeleição. Ao PP foi oferecida a indicação do vice na chapa de Téo Vilela. Tanto Biu de Lira pode ser o vice, como pode também ser o candidato do governo ao Senado da República. Elegeria fácil o filho, Artur Lira, para a Câmara dos Deputados. O convite ao PP é do próprio Téo Vilela. Já o prefeito de Maceió, Cícero Almeida, também do PP, apesar de ter hipotecado apoio a Ronaldo Lessa, encontra-se insatisfeito e deslocado no chapão. Preterido de seu desejo em disputar o governo, teve vetado agora o desejo de indicar o vice. Para o chapão o prefeito deve se contentar com as verbas conseguidas através do senador Renan Calheiros (PMDB), para o município de Maceió. Almeida deve pular fora do barco do chapão, acompanhando Benedito de Lira rumo ao ninho tucano.

Também o PTB, cujo presidente nacional Roberto Jerferson já anunciou apoio a candidatura do governador paulista José Serra (PSDB) a presidência da República, pode deixar o chapão e formar com a linha de aliança as candidaturas tucanas ao governo de Alagoas e a presidência da República. Ou o PTB marcha com candidato próprio ao governo, lançando o nome de Fernando Collor de Mello.

A verdade é que, a candidatura Lessa não está com esse apoio todo. Perdendo o PP e o PTB, Lessa perde Fernando Collor, Augusto Farias, João Lyra e, no PP Benedito de Lyra e Cícero Almeida. Restaria o apoio do senador Renan Calheiros que, pode fazer uma aliança branca com Téo Vilela. Estaria no palanque de Lessa mas, não bateria em Téo para não perder o eleitorado tucano. Da mesma forma Téo – que não é de bater em ninguém – não criticaria Renan para não perder o apoio dos peemedebistas. Esta cumplicidade foi vista hoje pela manhã em Delmiro Gouveia, quando as lideranças da região elogiaram Renan e Téo e, disseram da necessidade da reeleição dos dois.

Ronaldo Lessa se estiver atento a todas essas manobras, desiste de candidatura majoritária e disputa uma cadeira na Assembléia Legislativa.

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PTB de Collor apóia Serra para presidente

domingo, fevereiro 28th, 2010

A direção nacional do Partido Trabalhista Brasileiro – PTB decidiu apoiar candidatura tucana a Presidência da República. O presidente do partido, Roberto Jefferson já comunicou a decisão ao senador Fernando Collor de Mello. Aécio Neves ou José Serra terá o apoio do PTB. Caberá ao PSDB indicar qual dos dois disputará a presidência com a candidata petista Dilma Rousseff. O candidato mais provável dos tucanos, apoiado pelo DEM, PPS e agora o PTB, deverá ser mesmo José Serra, uma vez que, o próprio Aécio já hipotecou apoio à candidatura do tucano paulista.

Com o apoio do PTB a Serra, o palanque presidencial em Alagoas vai unir Teotônio Vilela, João Lyra e Fernando Collor, no apoio a José Serra para presidente. Também no mesmo palanque estará José Thomaz Nonô do DEM.

Entretanto, na política local, Roberto Jefferson deixou bem claro que, o PTB pode fazer aliança que melhor lhe convier. Mas, só o fato de Collor e Lyra estar junto com Vilela no palanque de Serra em Alagoas, as distancias entre PSDB e PTB a nível local tendem a diminuir.

REVELAÇÃO

 

Anunciada para amanhã – segunda-feira 1º de março – a revelação do prefeito Cícero Almeida (PP) sobre sua posição relativa à sucessão estadual. Sabe-se de antemão que, Almeida só poderia anunciar sua candidatura ao governo caso tivesse um partido dirigido por ele próprio. Como o PP é de Benedito de Lira, só ele poderá definir ou não uma candidatura majoritária de Almeida ao Governo de Alagoas. E ao que tudo indica, de Lira já fez sua opção: candidatura majoritária será a dele próprio ao Senado. Portanto, Cícero Almeida se realmente tomar uma decisão no dia de amanhã, será a de anunciar mais uma vez que, não será candidato. Quanto a grupo político Almeida já foi muito claro: â€aliança é com o presidente do PP, mas, seu apoio pessoal é ele quem decideâ€.

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PTB de Collor e João Lyra centra fogo contra o Governo Lula

domingo, outubro 25th, 2009

Os partidos de oposição ao presidente Lula, resolveram centrar fogo em seu governo. O PTB usou seu horário eleitoral, em rede nacional, no rádio e na televisão para acusar Lula de vetar os 16% de reajuste para os idosos, cedendo apenas 3%, mas, auxiliando financeiramente governos de outros países das Américas do Sul e Central. Denunciou ainda Lula por cobrar o crédito educativo dos estudantes pobres e ajudar financeiramente os banqueiros. Para o PTB Lula é um Robin Hood ás avessas. Enquanto o herói inglês tirava dos ricos para dar aos pobres, o “herói†brasileiro tira dos pobres para dar aos ricos. O PTB não perdoou Lula. Bateu forte. O PTB de Fernando Collor e João Lyra deve se unir ao DEM de José Thomas Nono e o PSDB de Teotonio Vilela Filho, contra a candidatura de Dilma Roussef a presidência da República.

Mas, espera aí. E Collor e Lyra não são aliados de Renan e Lessa em defesa da candidata do PT? E agora como é que fica o chapão em Alagoas? O PMDB nacional prega uma aliança de cima para baixo no sentido de eleger a sucessora de Lula. Mas em Alagoas Collor e João Lyra estão no PTB, partido que nacionalmente faz parte do grupo de oposição a Lula. Como compor em Alagoas o leque de aliança para a candidata do PT? Se a aliança tiver como premissa partidos aliados a nível nacional ao presidente Lula, Collor e João Lyra ficam de fora.

São aliados de Lula, o PMDB e o PDT. Aí teríamos num palanque lulista, Renan Calheiros, Ronaldo Lessa e o pessoal do PT. No palanque de oposição a Lula, teríamos Collor e Lyra (PTB) José Thomas Nono (DEM) Teotonio Vilela (PSDB). Cícero Almeida e Benedito de Lira (PP) acompanham João Lyra e também integrariam o palanque da oposição e optariam por romper com Collor e João Lyra e ficariam com Renan?

A salada política ainda é confusa. O prefeito de Maceió, Cícero Almeida, nega fazer parte do chapão de Renan, Lessa, João Lyra e Collor e, garante inexistir grupo político adversário de Teotônio Vilela. Afirma que a reunião em Brasília não tratou de formar aliança contra Teotonio Vilela. Para Almeida, o que houve em Brasília foi uma reunião para selar a paz e a harmonia política, por conta de mágoas passadas. “Não estranhem vermos uma aliança entre Teotônio, Renan e Ronaldo Lessa. Esta é a política de Alagoasâ€, declara Cícero Almeida.

Nestas circunstâncias tudo é possível. Numa “União por Alagoas†João Tenório poderia ser suplente de Renan e Benedito de Lira suplente de Ronaldo Lessa com Teotonio Vilela para governador e José Wanderley para vice. Entre gregos e troianos todos sairiam vencedores. Mas, também pode haver divisões: Lessa governador, Renan senador. No outro palanque, Teotonio governador e Benedito de Lira Senador. E ainda uma terceira candidatura com, Collor governador e Célia Rocha para o Senado.

Se formos conciliar Alagoas com o leque de partidos aliados a Lula a nível nacional, teríamos: Lessa governador e Renan senador. Na oposição a Lula, Teotonio governador com os apoios de Collor e Lira do PTB, José Thomas Nono do DEM. Almeida e João Lira tanto poderiam pender para o leque dos aliados a Lula como no bloco dos contrários.

É um verdadeiro samba do crioulo doido. Duvido que, a aliança nacional dos partidos em prol de Lula, influenciem as alianças em Alagoas. Do lado de cá, cada um quer se eleger, ou reeleger. A aliança boa para Renan é aquela que, garanta sua reeleição sem susto. Com tranqüilidade. Para Teotonio não é diferente. Ele também quer se reeleger. A partir desse princípio ninguém é de ninguém. Razão tem o prefeito de Maceió, Cícero Almeida: ninguém duvide de uma aliança entre Teotonio, Renan, Lessa, João Lyra, etc.

O PMDB, apesar das bravatas do senador Renan Calheiros e alguns de seus aliados, nunca se afastou oficialmente do governador Teotônio Vilela. Permanece o partido fazendo parte do governo na pessoa do médico José Wanderley Neto, de forte influencia nas decisões de governo.

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