Luiz Inácio Lula da Silva: amigo e camarada
Durante solenidade de autorização da duplicação da BR 101, no municÃpio de São Miguel dos Campos, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se referiu ao governador de Alagoas Teotônio Vilela Filho (PSDB) como “o amigo Téoâ€. E elogiou a administração do tucano. Ao se referir ao ex-governador Ronaldo Lessa (PDT) o tratou apenas como “camaradaâ€. Lessa foi governador com Lula, bem como Vilela é hoje. O volume de recursos do Governo Federal para o Estado de Alagoas, no Governo Vilela foi muito maior que no Governo Lessa. Téo sempre trata Lula com respeito e gratidão. Lessa quando governador, em algumas oportunidades, aproveitou a presença do presidente em Alagoas para criticá-lo. Alguns constrangimentos foram amenizados pelo cerimonial. Hoje, Lessa é o candidato tido como do presidente. Collor (Fernando Collor de Mello – PTB) chama para si o apoio do presidente. Mas, Lula investe mesmo é no Governo Téo Vilela. Três anos e meio de parceria respeitosa entre Governo Federal e Governo Estadual. Téo apóia Serra, como Lula apóia Dilma. Mas os dois se tratam não apenas como chefes de governo, principalmente como amigos. ResquÃcios da amizade entre o sindicalista Lula e o Menestrel das Alagoas, Teotônio – o pai.
Luiz Inácio Lula da Silva: amigo e camarada
Durante solenidade de autorização da duplicação da BR 101, no municÃpio de São Miguel dos Campos, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se referiu ao governador de Alagoas Teotônio Vilela Filho (PSDB) como “o amigo Téoâ€. E elogiou a administração do tucano. Ao se referir ao ex-governador Ronaldo Lessa (PDT) o tratou apenas como “camaradaâ€. Lessa foi governador com Lula, bem como Vilela é hoje. O volume de recursos do Governo Federal para o Estado de Alagoas, no Governo Vilela foi muito maior que no Governo Lessa. Téo sempre trata Lula com respeito e gratidão. Lessa quando governador, em algumas oportunidades, aproveitou a presença do presidente em Alagoas para criticá-lo. Alguns constrangimentos foram amenizados pelo cerimonial. Hoje, Lessa é o candidato tido como do presidente. Collor (Fernando Collor de Mello – PTB) chama para si o apoio do presidente. Mas, Lula investe mesmo é no Governo Téo Vilela. Três anos e meio de parceria respeitosa entre Governo Federal e Governo Estadual. Téo apóia Serra, como Lula apóia Dilma. Mas os dois se tratam não apenas como chefes de governo, principalmente como amigos. ResquÃcios da amizade entre o sindicalista Lula e o Menestrel das Alagoas, Teotônio – o pai.
PT fora da disputa majoritária em Alagoas
O Partido dos Trabalhadores (PT) em Alagoas foi rebaixado a mero coadjuvante no processo eleitoral deste ano. Com nome forte ao Senado – o delegado da PolÃcia Federal Pinto de Luna – o PT recebeu ordem da direção nacional para detonar a candidatura própria e apoiar candidato de outro partido: Eduardo Bomfim, do PC do B. Como compensação indicaria o vice do pré-candidato a governador Ronaldo Lessa (PDT). O partido de Lula em Alagoas tem bons nomes para a vice: o próprio Pinto de Luna – rejeitado por Lessa e acusado de ser macumbeiro e forasteiro -, os deputados Judson Cabral e Paulão, Joaquim Brito – presidente do PT em Alagoas – e a professora e sindicalista Lenilda – na minha avaliação o melhor nome para compor na chapa com Ronaldo Lessa. Novamente o PT foi alijado da chapa majoritária para ceder espaço à filha de João Lyra, Lurdinha Lyra, atual vice-prefeita de Maceió. Assim, o PT vai perdendo espaço na polÃtica alagoana, tudo em nome de apoio à candidatura Dilma Rousseff (PT) a presidência da República.
Como mero coadjuvante, resta ao PT em Alagoas pleitear mandatos proporcionais: deputado estadual e federal. Mas já há um movimento entre os candidatos a Câmara Federal para afastar Paulão da chapa federal incentivando-o a disputar a reeleição. Só resta agora convencerem o PT de Alagoas a deixar disputa de mandato para as eleições municipais, ficando fora até da Assembléia Legislativa. Falta coerência do partido em defesa de seus ideais e respeito as suas bases. Essas bases exigem a candidatura de Pinto de Luna ao Senado.
Pinto de Luna: a rasteira
O delegado da PolÃcia Federal, Pinto de Luna, tem sua candidatura ao Senado da República, “barrada†pelo partido ao qual se filiou: o PT. A determinação vem de BrasÃlia. O Diretório Nacional do PT determina à retirada de Pinto de Luna, e o apoio do PT alagoano a candidatura de Eduardo Bomfim do PC do B. A “operação†visa facilitar à candidatura do senador Renan Calheiros (PMDB) a reeleição. Pinto de Lula é visto como um “obstáculo†a reeleição do senador de Murici. O delegado pode receber o segundo voto da candidata do PSol, HeloÃsa Helena. Esse fato não interessa ao PT que trabalha no sentido de garantir a reeleição do lÃder alagoano do PMDB.
A arma encontrada para “barrar†a candidatura Pinto de Luna foi dar ao PT a indicação do vice na chapa de Ronaldo Lessa (PDT), candidato apoiado pelo PT e pelo próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Pronto: tá armada à justificativa. O PT indicando o vice não pode pleitear a segunda vaga do Senado. Como se trata de uma coligação, o PDT indica o governador (Ronaldo Lessa), o PT o vice (ainda sem nome), o PMDB a primeira vaga ao Senado (Renan Calheiros) e a segunda vaga fica para outro aliado, o PC do B (Eduardo Bomfim). Pinto de Luna fica sem legenda para disputar o Senado e, deixa órfãos seus eleitores. Esses podem migrar para uma possÃvel candidatura de José Costa (PPS), integrante da coligação adversária.
Pinto de Luna teve a oportunidade de se filiar ao PSol e, fazer dobradinha com HeloÃsa Helena para o Senado. Optou pelo PT. Dificultou a possibilidade de parceria com HeloÃsa. Ficou ao lado de Collor, Renan, João Lyra e, não percebeu que ali não era o seu lugar. Incomodou. Foi sendo “fritadoâ€. Até que surgiu Eduardo Bomfim para disputar com ele a segunda vaga para o Senado. A primeira já era de Renan. Pinto de Luna não recuou de sua candidatura. Até que veio a ordem “de cima†e o PT de Alagoas terá de afastar o delegado para apoiar Bomfim. A justificativa foi dada: ao PT: caberá indicar o vice de Lessa. A Pinto de Luna seria oferecido à vice? Não. Tão querendo convencê-lo a se candidatar a deputado federal. De Luna é forte na majoritária, mas, na proporcional concorrendo com os feras da polÃtica alagoana, o Luna seria um pinto. Na verdade deram uma tremenda rasteira no Pinto de Luna.
Três vices do PMDB
O PMDB é o partido mais procurado pelos candidatos ao Governo de Alagoas na busca por seus vices. Primeiro foi o governador Teotônio Vilela Filho (PSDB) que disse de sua preferência pela manutenção do médico cardiologista José Wanderley Neto como seu vice-governador. Depois, o senador Fernando Collor de Mello (PTB) anunciou o deputado federal Joaquim Beltrão como seu vice preferido. Por último o ex-governador Ronaldo Lessa (PDT) quer o deputado federal Olavo Calheiros como vice. Os três pretensos candidatos a vices são todos filiados ao PMDB. Como condição para serem vices, o PMDB teria que se coligar com o partido do candidato a governador. Hoje o PMDB está aliado (pelo menos até agora) com o PDT de Ronaldo Lessa, o que pode garantir Olavo na condição de vice, se esse quiser trocar uma reeleição segura para a Câmara dos Deputados por uma aventura rumo à vice-governadoria. Joaquim Beltrão, no que pese sua preferência pessoal por Collor, não pode ser vice sem que o PMDB troque o apoio ao PDT pelo PTB. Wanderley também não pode ser vice de Téo sem aliança do PMDB com os tucanos.
 Wanderley gostaria de continuar vice de Téo a quem já declarou voto para reeleição. Beltrão também gostaria de ser vice de Collor. Olavo, no entanto não sinalizou desejo de ser vice de Lessa. O único que teria caminho livre para a vice – Olavo – é o mais distante de aceitar a candidatura. No Caso de Téo e do Collor, suas preferências pelos apontados vices, são pessoais. Fruto da ligação entre Téo e Wanderlei e Collor com Beltrão. Já no caso de Ronaldo Lessa, seu propósito mesmo é manter     aliança com Renan e definir apoio total do senador de Murici a candidatura Lessa ao Governo de Alagoas. A função de Olavo seria comprometer Renan com a candidatura Lessa em sua totalidade. Inclusive e principalmente no campo das finanças. Seria a fórmula para Renan investir recursos financeiros na candidatura de Lessa.
Renan: entre a cruz e a espada
O senador Renan Calheiros (PMDB) encontra-se entre a cruz e a espada. Seu colega de Senado, Fernando Collor (PTB), ameaça lançar o usineiro João Lyra (PTB) como candidato a senador, caso Renan não lhe apóie para o Governo de Alagoas. Por outro lado o ex-governador Ronaldo Lessa (PDT) pode retomar sua candidatura ao Senado caso não tenha o apoio de Calheiros. Quer dizer, para Renan se ficar o bicho pega, se correr o bicho come. Entre a cruz e a espada, o lÃder do PMDB de Alagoas, ameaçado de perder a reeleição, pode pular fora do barco e, procurar abrigo na nau da velha aliança. Numa dobradinha com Benedito de Lira (PP) e com o apoio de Teotônio Vilela Filho (PSDB), Renan pode respirar e aspirar à possibilidade de permanecer por mais oito anos no Senado da República.
Amanhã ás 19 horas em BrasÃlia, está marcada audiência com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Na lista dos presentes os senadores Collor e Renan, o ex-governador Lessa, o usineiro João Lira e o prefeito de Maceió, CÃcero Almeida (PP). Almeida que, não foi recebido por Lula, quando teve de retirar sua candidatura a governador, para ceder espaço a Lessa. Lessa que, garante ter o apoio de Lula para governador. Collor que, exige ser o candidato ao Governo de Alagoas. Renan que, fica no mato sem cachorro. A situação é difÃcil e, Téo Vilela e Benedito de Lira assistem a tudo de camarote.
Difusora com imagem pela Net e pela TV
Desde a última segunda-feira (03 de maio) a Rádio Difusora de Alagoas pode ser “vista†por seus “ouvintes†através da internet, pelo site Maceió Agora e pela TV Maceió, Canal 2 da Jet. O programa de jornalismo “Espaço Livre†ancorado pelo radialista Marcos Vasconcelos, apresentado de segunda a sexta dás 8 ás 12 horas, pode ser acessado com imagem pelo site www.maceioagora.com.br. Já o programa esportivo “Resenha do Povoâ€, ancorado pelo radialista Tony Santos, apresentado de segunda a sexta dás 18 ás 19 horas, pode ser visto ao vivo em tempo real pela TV Maceió, Canal 2 da Jet, bem como pelo site Maceió Agora. Vale salientar ainda que, toda programação da Difusora (24 horas no ar) pode ser sintonizada pelos sites www.izp.com.br e www.tudoglobal.com.br. É a nova fase da Rádio Difusora de Alagoas, emissora integrante do Instituto Zumbi dos Palmares, autarquia responsável pela administração das emissoras do Governo do Estado de Alagoas. A Difusora acaba de inaugurar seu novo transmissor, sendo o sistema de transmissão com imagem, mais uma conquista da emissora que mais cresce em audiência no Estado.
Collor lança JL para o Senado
Irritado com a declaração do ex-governador Ronaldo Lessa (PDT), que o chamou de “força do atraso†e, com o senador Renan Calheiros (PMDB) por ter declarado apoio a Lessa, o senador Fernando Collor de Mello (PTB) lançou a candidatura do empresário João Lyra (PTB) ao Senado, concorrendo com Renan que disputa a reeleição.
Lessa havia declarado não ter medo de disputar o Governo de Alagoas contra o candidato das “forças do atraso†(Collor) e o candidato dos “usineiros†(Vilela). Calheiros por sua vez ao ser informado da pretensão de Collor em disputar o Governo do Estado, confirmou seu apoio a Lessa e, ainda desautorizou o deputado federal Joaquim Beltrão (PMDB), em ser vice de Collor. O fato do PMDB estar aliado ao PDT para candidatura Lessa, impede Beltrão de ser candidato à vice de Collor, da mesma forma que impede o médico José Wanderley (PMDB) de ser vice de Téo Vilela (PSDB). Irritado com essa situação, Collor quer João Lyra como candidato a senador. É uma forma de punir Renan Calheiros pelo apoio a Ronaldo Lessa. O PT também rejeita a candidatura Collor e mantém apoio a Lessa.
Caso Collor mantenha sua candidatura a governador e Lira a senador, aumenta a quantidade de candidatos ao Senado da República. Renan Calheiros enfrentaria adversários como HeloÃsa Helena (PSol), Benedito de Lira (PP-PSDB e aliados), José Costa (PPS-PSDB e aliados), Pinto de Luna (PT) e Eduardo Bomfim (PCdoB) e agora João Lyra (PTB).
Para o Governo do Estado o racha da Frente de Oposição beneficia a candidatura Téo Vilela. Divididos entre Lessa e Collor, o maximo que a ex-Frente pode aspirar é levar a decisão para um segundo turno.Â
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Candidatura de Collor implode o chapão
Enquanto o grupo do governador Téo Vilela (PSDB) se fortalece com a chegada de Benedito de Lira com o PP, Francisco Tenório e Dudu Holanda com o PMN e José Thomas Nono com o DEM, Ronaldo Lessa (PDT) admite a implosão da Frente de Oposição, após o anuncio da pretensão do senador Fernando Collor (PTB) também disputar o Governo de Alagoas. O Frentão perde Benedito de Lira com 21 dos 22 prefeitos filiados ao PP. O próprio Fernando Collor liga para as principais lideranças do Frentão para anunciar sua pretensão em ser candidato a governador. Quebra o silêncio e mostra porque não havia se pronunciado quanto a candidatura Lessa. Ninguém acreditava que Collor fosse apoiar Lessa. Só Lessa é que acreditava nisso. Tudo não passou de um plano muito bem montado para afastar Ronaldo Lessa da disputa certa por uma cadeira no Senado da República. Todas as pesquisas mostravam que Ronaldo e Heloisa Helena (PSol) seriam os mais votados para as duas vagas do Senado. Lhe tiraram da disputa para abrir espaço para a reeleição de Renan Calheiros (PMDB). Lhe ofereceram o Governo do Estado. Agora o mesmo grupo que convenceu Lessa a desistir de ser candidato ao Senado, trabalha no sentido de faze-lo desistir da candidatura ao Governo. Lhe oferecem uma candidatura a deputado federal. Candidatura incerta porque teria de disputar uma das 9 vagas com grandes nomes da polÃtica alagoana. Lessa levou uma rasteira igual ao que fizeram com CÃcero Almeida.
O prefeito CÃcero Almeida, o primeiro a ser traÃdo pelo grupo que lhe negou o direito de disputar o Governo, já declarou que, caso Ronaldo Lessa não seja candidato a governador, irá se unir a Benedito de Lira e os outros 21 prefeito do seu partido no apoio a candidatura Téo Vilela ao Governo de Alagoas.
É a implosão completa do chamado chapão que se transformou no grande puxa-puxa de tapete. Fernando Collor é franco atirador. Foi eleito para um mandato de 8 anos no Senado. Perdendo a eleição de governador continua mais 4 anos  no Senado. Lessa não tem mandato e perdendo a eleição fica mais 4 anos sem mandato. Poderá ser o fim de sua carreira polÃtica, sepultada por Collor que não perdoa Lessa por ter lhe derrotado para governador 8 anos atrás.
Como se não bastasse ter Renan como pedra em sua caminho para o Senado, Lessa tem agora Collor em seu caminha para o Governo. Esta entre dois “fogos amigosâ€. E “mui amigosâ€! Quem conhece Ronaldo Lessa sabe que ele deve estar possesso com essa traição. Sua pretensão para o Senado foi tolhida e agora sua pretensão ao Governo também está sendo tolhida. Lessa afirma que, com Collor ou sem Collor, mantém a candidatura ao Governo.Lessa foi mais além: disse que a candidatura não lhe pertence. Foi uma solicitação do presidente Lula e da candidata Dilma Russeff (PT). Lula negou apoio a Cicero Almeida para apoiar Ronaldo Lessa. E agora, Lula e o PT vão abrir da candidatura Lessa para apoiar Collor? O PT renega a idéia de ligar o nome de Collor a candidatura de Dilma. Todo o Brasil sabe da rejeição nacional ao nome de Collor. Ele pode ser carismático em Alagoas, mas, fora do Estado é tido como “coisa ruimâ€. E uma pergunta: como fica João Lyra? É do PTB de Collor,mas, é ligado a CÃcero Almeida que, não apóia Collor. E o PTB nacional já declarou apoio a candidatura José Serra (PSDB) a presidência da República. Renan disse que, vai manter o apoio a Lessa. Calheiros romperia com Collor ou voltaria a velha aliança com Téo Vilela para não perder o mandato de senador? Ainda haveria espaço para Renan no grupo de Vilela? Eu acho pouco provável. Então Renan trairia Lessa para apoiar Collor? Não acredito pois Lessa, magoado, poderia retornar a sua candidatura ao Senado abortando qualquer possibilidade de vitória de Renan Calheiros.
A verdade é que, enquanto o grupo de Téo Vilela se organiza e se fortalece, o frentão se desarticula e vai perdendo força. Vamos esperar as convenções, quando se definem as candidaturas. Vamos aguardar para ver o que acontece.
Difusora inaugura novo transmissor
A Rádio Difusora de Alagoas, emissora integrante do Instituto Zumbi dos Palmares, responsável pelo gerenciamento das emissoras públicas do Governo de Alagoas, inaugurou solenemente nesta segunda-feira, 26 de abril, seu novo e potente transmissor.
Com a marca Continental e, pronto para receber o sistema digital tão logo o governo brasileiro defina a questão, o novo transmissor não apenas leva mais longe o sinal da pioneira, como também oferece uma melhor qualidade de som. O novo equipamento fica no Parque de Transmissores Odete Pacheco, no Tabuleiro dos Martins, no acesso ao sistema prisional.
Ao ato de inauguração compareceram os secretários Ãlvaro Machado, do Gabinete Civil e representando o governador Teotônio Vilela Filho, Nelson Ferreira, da Comunicação Social, Paulo Guedes, Presidente do Sindicato dos Radialistas e o presidente do IZP, jornalista Marcelo Sands. Também presentes todos os diretores do IZP, além do jornalista Afrânio Godoy, anfitrião da festa, na qualidade de diretor da Rádio Difusora de Alagoas.
A solenidade foi transmitida pela 960, com trabalho dos locutores Ary Vasconcelos e Jorge Afrânio, além da equipe técnica  da emissora oficial, comandada pelo competente José Chaves Lins. Após o ato inaugural e os discursos, foi servido um coquetel aos presentes. A Difusora completa em setembro, 62 anos. Com uma programação ecletica, onde prevalece o jornalismo e a prestação de serviços, os musicais são interativos com os ouvintes. Programa de auditório ainda é uma realidade na programação da mais antiga. E o esporte é o carro chefe. São 24 horas de programação, de domingo a domingo. Assim é a Rádio Difusora de Alagoas.





